Moleskine
Ganhei
de meu filho o primeiro moleskine
Achei
o caderninho lindo, macio, com uma capa parecendo especial, e dentro pude
observar que ele se parecia com qualquer caderno de anotações mas que na
verdade era especial no tamanho, na forma arredondada das pontas e no
nome.....moleskine.
Curiosa com o bilhetinho que meu filho juntou em
que ele me dizia que era um dos primeiros moleskine da paySmart, fiquei
interessada em saber o que era moleskine mas fiquei com vergonha de perguntar
para ele porque aquele nome e assim, imediatamente
procurei o pai dos burros – antigamente seria o dicionário do Aurélio, hoje o
google.......... e ai pude pesquisar o nome e descobri que tudo começou há muitos anos, com um objeto preto, pequeno o
suficiente para se colocar no bolso, o produto de uma grande tradição.
Para
quem como eu tiver interesse, transcrevo do próprio site da Moleskine o texto
abaixo.
Fonte http://www.moleskine.com/br/
“Na verdade, o caderno Moleskine é herdeiro e sucessor do lendário caderno usado por artistas e pensadores dos últimos dois séculos: entre eles Vincent van Gogh, Pablo Picasso, Ernest Hemingway e Bruce Chatwin. Um simples retângulo preto com bordas arredondadas, um marca-página de elástico e um compartimento interno expansível: um objeto sem nome, com perfeição e personalidade de sobra, fabricado por mais de um século por uma pequena empresa de encadernação francesa que abastecia as papelarias de Paris, onde artistas e escritores de vanguarda de todo o mundo os procuravam e compravam. Companheiro de viagem fiel e conveniente, o caderno preto continha desenhos, anotações, histórias e ideias que se tornariam pinturas famosas ou páginas de livros adorados.” http://www.moleskine.com/br/
“Na verdade, o caderno Moleskine é herdeiro e sucessor do lendário caderno usado por artistas e pensadores dos últimos dois séculos: entre eles Vincent van Gogh, Pablo Picasso, Ernest Hemingway e Bruce Chatwin. Um simples retângulo preto com bordas arredondadas, um marca-página de elástico e um compartimento interno expansível: um objeto sem nome, com perfeição e personalidade de sobra, fabricado por mais de um século por uma pequena empresa de encadernação francesa que abastecia as papelarias de Paris, onde artistas e escritores de vanguarda de todo o mundo os procuravam e compravam. Companheiro de viagem fiel e conveniente, o caderno preto continha desenhos, anotações, histórias e ideias que se tornariam pinturas famosas ou páginas de livros adorados.” http://www.moleskine.com/br/
Achei tão interessante que imediatamente resolvi
colocar no blog para que outras pessoas que nunca tivessem ouvido esse nome –
como eu , claro – pudessem tirar suas dúvidas e também orgulhosamente
coloquei-o na minha bolsa imaginando que , quem sabe, despontasse alguma idéia
maravilhosa para um livro ou para abrir um negócio ou sei lá o que e eu pudesse
colocar imediatamente naquele mágico caderninho e que lá ficaria e nunca seria
esquecido nem mesmo que o alemão Alzheimer chegasse ............
fonte http://www.moleskine.com/br/
´O
caderno era o favorito de Bruce Chatwin, e foi ele quem o chamou de
"moleskine".
Em meados dos anos 1980, esses cadernos se tornaram cada vez mais raros, e depois desapareceram. Em seu livro O rastro dos cantos Chatwin conta a história do pequeno caderno preto: em 1986, o fabricante, uma pequena empresa familiar da cidade francesa de Tours, fechou suas portas. "Le vrai moleskine n'est plus" (O verdadeiro moleskine não existe mais), são as palavras que ele atribuiu ao dono da papelaria da Rue de l'Ancienne Comédie onde ele geralmente comprava seus cadernos Chatwin comprou todos os cadernos que conseguiu achar antes de partir para a Austrália, mas eles não foram suficientes.
Em meados dos anos 1980, esses cadernos se tornaram cada vez mais raros, e depois desapareceram. Em seu livro O rastro dos cantos Chatwin conta a história do pequeno caderno preto: em 1986, o fabricante, uma pequena empresa familiar da cidade francesa de Tours, fechou suas portas. "Le vrai moleskine n'est plus" (O verdadeiro moleskine não existe mais), são as palavras que ele atribuiu ao dono da papelaria da Rue de l'Ancienne Comédie onde ele geralmente comprava seus cadernos Chatwin comprou todos os cadernos que conseguiu achar antes de partir para a Austrália, mas eles não foram suficientes.
O CADERNO MOLESKINE
Em
1997, uma pequena editora de Milão voltou a fabricar o caderno, e escolheu o
nome com pedigree literário para dar continuidade a essa singular tradição.
Seguindo os passos de Chatwin, os cadernos Moleskine
deram continuidade a suas
viagens, fornecendo um complemento indispensável à tecnologia portátil moderna.
Capturar a realidade em movimento, vislumbrar e registrar detalhes, escrever a
natureza única da experiência no papel: o caderno Moleskine se torna a bateria
que armazena ideias e sensações, liberando sua energia ao longo do tempo.
Seguindo os passos de Chatwin, os cadernos Moleskine

Cultura,
viagem, memória, imaginação e identidade
Hoje,
a marca Moleskine é sinônimo de cultura, viagem, memória, imaginação e
identidade -.
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